“A poesia me invade.
Não em ondas doces,
mas feito água represada,
inundando os campos geométricos onde eu havia,
minuciosamente semeado fileiras de margaridas amarelas.
A poesia me arrebata
e me invade feito mata atlântica,
feito sol de primavera em meu peito de mulher quase velha”.
(Drizotti na Edícula, setembro de 2013)
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